domingo, 7 de junho de 2015

Brasileiros ainda não se deram conta da necessidade de poupar para a aposentadoria

Diversas pesquisas comprovam que grande parte da população brasileira não poupa recursos para a fase de aposentadoria. Mesmo assim, a maioria é otimista em relação ao futuro. Comportamento não condiz com a realidade de queda no valor das aposentadorias e aumento da expectativa de vida.

Quatro pesquisas realizadas neste ano e pelo menos duas feitas no ano passado traçaram um retrato atual do comportamento dos brasileiros em relação à aposentadoria. Em todas, a conclusão é uma só: os brasileiros não estão preparados para a aposentadoria. Uma das pesquisas mais recentes entrevistou mil brasileiros. O resultado revelou que ainda existe uma grande lacuna entre o nível de conscientização e os verdadeiros hábitos de poupar. 

Embora mais da metade (52%) tenham manifestado otimismo em relação ao futuro da economia, segundo dados apurados em fevereiro, - antes do agravamento da crise econômica -, 37% afirmaram não acreditar em sua própria capacidade de manter seu estilo de vida e na possibilidade de viver de forma confortável na aposentadoria. Outra pesquisa recente, divulgada também em fevereiro por uma empresa de gestão de investimentos, descobriu que entre os brasileiros que poupam, apenas metade pensa em usar os recursos para a aposentadoria. Mesmo assim, 80% estão otimistas em relação ao futuro.

Os brasileiros até se preocupam com a fase da aposentadoria, mas outras prioridades consomem os recursos que poderiam servir para manter o padrão de vida na velhice. Uma das pesquisas divulgadas em janeiro deste ano apurou que 53% dos trabalhadores ainda não economizam pensando na aposentadoria. Os motivos alegados foram: desemprego (35%), compra de imóvel (28%), crise econômica global (27%), contratação de dívida (26%) e educação dos filhos (21%).

Otimismo?

Segundo o IBGE, dentro de 20 anos o país terá mais de 88 milhões de pessoas acima dos 60 anos. O que representa mais de 40% do total da população brasileira. A solução da Previdência Social para equilibrar as contas foi o fator previdenciário, criado em 1999, que inseriu um novo método de cálculo das aposentadorias por idade e por tempo de contribuição. Na prática, funciona como um redutor dos benefícios. 

Tanto que, segundo cálculos do Instituto Brasileiro de Estudos Previdenciários (Ibep), com base nas Tábuas Completas de Mortalidade do Brasil de 2013, o aumento na esperança de vida dos brasileiros levou a uma redução de até 0,92% na aposentadoria dos homens e de 0,78% na das mulheres. E se a presidente Dilma Rousseff não vetar, ainda neste mês haverá mudança no cálculo para a obtenção da aposentaria. A ideia da emenda é aplicar a fórmula “85/95”, que soma o tempo de contribuição com a idade.

Diante desse quadro, cabe questionar por que os brasileiros são otimistas em relação às suas aposentadorias se não poupam recursos para tanto? O curioso é que 73% da população é favorável à reforma da previdência para garantir a sustentabilidade do sistema, segundo apurou uma pesquisa feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) com 2.002 pessoas, em 142 municípios, no ano passado. Apesar da falta de consenso sobre a forma como deve ocorrer a mudança, conclui-se que a maioria tem consciência de que haverá redução do valor ou da idade nas aposentadorias.

Para especialistas, o otimismo da população diante de preocupante situação é influenciado pela percepção de que todos terão cobertura garantida pela seguridade social. Esse comportamento incoerente foi detectado também em relação ao seguro de vida. Uma pesquisa realizada por uma resseguradora estrangeira verificou que o Brasil, entre seis países da América Latina, detinha o menor volume de seguros de vida e saúde, mas um grande porcentual dos entrevistados se considerava protegido por possuir produtos de poupança (VGBL e PGBL).

Três anos atrás, o FMI e o Banco Mundial realizaram o estudo “O impacto financeiro do risco da longevidade”, alertando para o efeito do aumento da expectativa de vida na economia mundial. Segundo a pesquisa, se todo mundo vivesse mais três anos, além da média calculada para a aposentadoria até 2050, haveria um aumento nos gastos com previdência de 50% do PIB de países avançados e 25% dos emergentes. 

Para Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil, os números são preocupantes. “Muitos brasileiros têm de encarar uma grande redução na renda na fase da aposentadoria, enquanto os planos de saúde e gastos médicos não param de crescer. É necessário se prevenir”, disse. O consultor e professor Eduardo Leopoldino de Andrade também adverte: “Se você está ainda na ativa, acredite que a aposentadoria de seus sonhos deverá ser construída por você mesmo. E quanto mais cedo começar a se preocupar com isso, melhor”.

Fonte: Portal Segs

A ValenteRocha entende a importância de um plano de previdência privada complementar e acredita que esta é uma das formas mais eficazes de auxiliá-lo na formação de uma reserva de base e de alta liquidez para o futuro. Se você já tem um plano de previdência ou quer iniciar um novo, faça contato com a ValenteRocha e tenha um atendimento diferenciado para seu investimento para aposentadoria.

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Planos de saúde: brasileiro usa em excesso; ou não usa, o que também é um problema.


Estudo da AzimuteMed revela alto índice de sinistro por mal uso do plano de saúde, mostra ainda que muitas pessoas não investem na prevenção de determinadas doenças como câncer de mama, de colo de útero e de próstata.
 
O brasileiro não sabe usar corretamente o plano de saúde. É o que revela estudo conduzido pela empresa de saúde AzimuteMed, entre maio de 2012 e abril de 2013, em uma carteira empresarial com 2.350 vidas, sendo 1.183 homens e 1.167 mulheres. Do total, 28.06% são titulares do plano de saúde e o restante é dependente.

A AzimuteMed constatou que 13,55% da carteira usam o plano de saúde de forma abusiva, o que gera um sinistro anual por pessoa no valor de R$ 2.677,71, quando a média do mercado gira em torno de R$ 906,96. Por outro lado, 13% não utilizam o plano, o que indica total ausência de ações de prevenção nesse grupo.

A alta sinistralidade também está presente entre os doentes crônicos, portadores de doenças como diabetes e hipertensão, e que representam 14% da população. A média anual de gasto por vida gira em torno de R$ 2.480,42.

Nos três casos, são pessoas que não sabem fazer uso racional do plano, ou seja, não tem fidelização a um médico, não realizam consultas eletivas e exames de rotina, atitudes que evitariam idas aos prontos atendimentos e até mesmo internações.

“O mal uso encarece o plano de saúde. As pessoas não compreendem e talvez nem se importem que o plano pertence a uma grande comunidade e que a ação delas prejudica o outro”, explica Luciana Lauretti, sócia da AzimuteMed e especialista em gestão de saúde.

“O problema é cultural – no Brasil, o foco está na doença e não na saúde. Não há uso de recursos de saúde de forma preventiva e o brasileiro de maneira geral ainda adoece sem qualquer tipo de prevenção”, acrescenta.

No caso dos doentes crônicos o problema é ainda maior: é muito comum o paciente abandonar o tratamento e como, consequência, a doença sai do controle e surge a necessidade de ir ao pronto atendimento, com explosão dos custos e deterioração da qualidade de vida.

Luciana explica que para este grupo de pessoas é importante a conscientização a respeito da doença, o que pode ser feito através de um programa de monitoramento. “Ao cuidar de cada um deles de maneira diferenciada, mostrando a importância de entender melhor sua doença e de tomar a medicação correta, entre outras ações, o doente crônico passa a fazer uso do plano de saúde de forma inteligente”, ressalta.

Indicadores baixos de prevenção oncológica são sinal de alerta

O estudo da carteira revela ainda um dado perigoso: as pessoas não estão fazendo exames preventivos de patologias oncológicas. Das 592 mulheres ativas elegíveis, entre 25 e 29 anos, 55,41% não efetuam o exame de prevenção de câncer de colo de útero. Já entre as acima de 50 anos (175 vidas), 38,29% não fazem exames de câncer de mama. Entre os homens (196 vidas), 46,43% não realizam exame de próstata.

Não usar o plano de saúde também é um problema sério. De acordo com a análise feita pela AzimuteMed, cerca de 13% das vidas analisadas (123 homens e 56 mulheres) não fizeram uso do plano de saúde por um período de dez meses ou mais. Desse total, pelo menos 47 vidas com idade acima de 34 anos deveriam ter usado o benefício para ações de prevenção (exames, consultas, check-ups).

Para mudar o cenário de mau uso do plano de saúde e da falta de conscientização da prevenção, Luciana acredita que as pessoas deveriam buscar um médico de confiança, um profissional que possa atendê-las nas horas críticas.

Outra solução é recompensar quem se cuida. Na opinião da sócia da AzimuteMed, o mercado deveria pensar em formas de premiar aqueles que fazem bom uso do plano de saúde. “No caso das operadoras, por exemplo, deveriam dar descontos para quem realiza exames preventivos. Já as empresas deveriam oferecer bônus aos funcionários que têm boas condutas em relação a sua saúde”, sugere.
 
Fonte: Skwebcom.br | Revista Cobertura Mercado de Seguros
 
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sexta-feira, 24 de abril de 2015

26 de Abril - Dia Nacional da Combate e Prevenção à Hipertensão Arterial

Quanto mais hábitos saudáveis, menos espaço para Hipertensão Arterial!

Hipertensão Arterial (HA) é uma doença séria e vitima muitos brasileiros anualmente. É também uma doença silenciosa, mas que pode (e deve) ser tratada com cuidados médicos continuados e com medicamentos prescritos.

Conheça alguns fatores de risco que podem gerar Hipertensão Arterial:

- Excesso de peso e obesidade;
- Ingestão excessiva de sal;
- Ingestão excessiva de álcool;
- Sedentarismo.

Além de consultar um médico, você pode tomar algumas medidas para prevenir a HA. Veja:

- Alimentação saudável;
- Consumo controlado de sódio e álcool;
- Ingestão de potássio;
- Combate ao sedentarismo e ao tabagismo.

Que você possa mudar o rumo de sua saúde e tome o dia 26 de abril como data em que você passou a zelar pela correta pressão arterial!

Desejo muita saúde e vida longa para você!

A ValenteRocha Benefícios, marca da ValenteRocha Risk Solutions, acredita que é possível estabelecer planos de saúde para grupos de funcionários para promover a saúde, o bem-estar e a melhora na qualidade de vida. Se você está pensando em contratar um plano de saúde para seus funcionários, ou deseja rever o plano vigente, chame a ValenteRocha para avaliar as circunstâncias e procurar uma alternativa interessante para você e sua Empresa.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Apenas 35% dos brasileiros compram seguro, diz FenaPrevi.

Apesar de a maioria dos brasileiros se preocupar com a possibilidade de ocorrências imprevisíveis, somente 35% da população compram seguros para se protegerem de infortúnios. A constatação é de uma pesquisa feita pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi). Em sua maioria, conforme o levantamento, as pessoas recorrem a aplicações financeiras (36%). Outros 29% dos entrevistados economizam de forma doméstica e 3% fazem investimentos.

Questionados sobre a preocupação com situações imprevisíveis no futuro, 66% dos entrevistados responderam que fazem algo para se precaver, enquanto 26% dos cidadãos consultados se preocupam, mas não o suficiente. Os que não se preocupam totalizaram 5% e as pessoas que não sabem sobre o assunto alcançaram 3%.

Desses 66% que têm preocupação, porém, conforme o presidente da FenaPrevi, Osvaldo do Nascimento, somente 31% fazem algo para se precaver contra infortúnios. "O que chamou atenção na pesquisa foi a dificuldade das pessoas entenderem do que elas necessitam em termos de cobertura de seguros. Não passamos para os cidadãos de maneira mais didática qual a complementaridade que o seguro de vida pode fazer para essas pessoas", avaliou ele, em coletiva de imprensa, nesta terça-feira, 28.

Além de avaliar a preocupação das pessoas contra situações imprevisíveis no futuro e ações para se precaverem, a pesquisa também avaliou a posse de seguros pessoais no Brasil. Conforme o estudo, da totalidade da amostra, somente 18% da população têm algum seguro contratado. Desses, a modalidade com maior penetração entre os consumidores brasileiros é o seguro funeral, que cobre despesas com sepultamento e procedimentos burocráticos em caso de falecimento do segurado, com 11%.

Em segundo lugar, vem o seguro por morte, com 8% da amostra. As apólices que protegem os cidadãos por invalidez e o seguro de acidentes pessoais responderam por 4% cada. Já os seguros por desemprego e perda de renda alcançam apenas 1% da mostra, modalidade que é seguida por seguro viagem (0,5%), seguro educacional (0,3%) e seguro prestamista (0,1%), sendo o último destinado a cobrir o pagamento de parcelas em financiamentos em caso de morte, invalidez, desemprego ou perda de renda do segurado.

Dificuldade para comprar seguros

Sobre os entraves que impossibilitam as pessoas de comprarem seguros, falta de renda disponível é a principal dificuldade para 53% da amostra analisada pela pesquisa da FenaPrevi. Outros 44% dizem nunca ter se interessado por contratar um seguro, e 15% declaram achar o preço alto para o benefício que o produto oferece. Da população consultada, 5% disseram não ter informações suficientes para adquirir um seguro e 1% disse não acreditar em seguros.

"Mesmo que a renda tenha avançado nos últimos anos, ela ainda segue sendo um entrave para o crescimento do setor de seguros de pessoas", analisou Nascimento. "Conforme a pesquisa indica, no contexto da média do orçamento familiar brasileiro, o seguro ainda é um item de proteção financeira inacessível", complementa.

Realizada pelo Instituto Ipsos, a pesquisa foi feita com base em entrevistas domiciliares com 1,5 mil indivíduos (53% do sexo feminino e 47% masculino) das cinco regiões do país, das classes A/B, C e D/E. Segundo o presidente da FenaPrevi, é a primeira vez que a instituição faz um estudo setorial com uma amostra desta abrangência.

Patrimônio
De acordo com o presidente da FenaPrevi, o patrimônio da previdência privada no Brasil deve ultrapassar o dos fundos de pensão em cinco anos. Hoje, esse montante está, de acordo com ele, em R$ 400 bilhões ante R$ 600 bilhões do mercado fechado de previdência.

"Há cinco anos, o patrimônio da previdência privada era menos de 25% do patrimônio dos fundos de pensão. Hoje, está em R$ 400 bilhões e vai crescer mais que o patrimônio dos fundos de pensão pois as contribuições na previdência privada crescem em um ritmo superior aos pagamentos", avaliou.

Nascimento ponderou, porém, que o desenvolvimento dos fundos de pensão do executivo, legislativo e judiciário tendem a impulsionar o patrimônio da previdência fechada.

Fonte: FenaPrevi

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Fonte: FenaPrevi


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terça-feira, 21 de outubro de 2014

No futuro, habilidades pessoais e interpessoais serão mais valorizadas do que os conhecimentos acadêmicos

O World Innovation Summit for Education (WISE), uma das principais iniciativas internacionais voltadas a impulsionar a inovação e a colaboração na área educacional, acaba de anunciar os resultados de uma pesquisa realizada junto à sua comunidade global de especialistas, que revela as perspectivas desses profissionais com relação a escolas em 2030. Renomados líderes educacionais também foram convidados para comentar e analisar os resultados.
Os professores estão desatualizados? O conteúdo on-linetornará as escolas tradicionais de hoje em algo do passado? Haverá uma linguagem educacional global? A escola deve focar nas aptidões pessoais em vez de enfatizar o conhecimento acadêmico? As certificações corporativas serão tão importantes quanto os diplomas? Essas foram algumas das questões abordadas na pesquisa.
Os resultados principais mostram que os sistemas educacionais deverão passar por mudanças expressivas. As escolas se tornarão ambientes interativos nos quais as inovações tecnológicas e as mudanças nas grades dos cursos transformarão significativamente o papel dos professores e reconfigurarão o cenário do aprendizado.
A pesquisa revela um forte consenso em torno da ideia de que a inovação é parte integral do futuro da educação. Entre os entrevistados, 93% dos especialistas foram enfáticos ao afirmar que são a favor das escolas que adotam métodos inovadores baseados em novas metodologias de ensino e processos criativos.
Especialistas que fazem parte da comunidade do WISE acreditam que as escolas irão evoluir e se tornar redes de aprendizado. Recursos e tecnologias on-line servirão de apoio para atividades de networking entre pares, de diálogos e trocas, impulsionando um movimento em direção a um aprendizado colaborativo. Segundo a pesquisa, quase metade dos especialistas (43%) acredita que o conteúdo virá predominantemente de plataformason-line, comparado a apenas 29% que consideram que as escolas tradicionais continuarão a ser a fonte primária de conhecimento. Esses profissionais, no entanto, destacam que as fontes geradoras de inovação são diversas, não apenas tecnológicas.
Entre os entrevistados, 75% dos especialistas acreditam que os ativos mais valorizados em 2030 serão as habilidades pessoais e interpessoais. Somente 42% apostam no conhecimento acadêmico como algo de grande valia para os estudantes.
Adicionalmente, 83% dos entrevistados consideram que o conteúdo se tornará mais individualizado e refletirá as necessidades específicas de cada aluno. Outro resultado importante da pesquisa defende a evolução do papel do docente em se tornar um facilitador do aprendizado e deixar de ser apenas aquele que passa seu conhecimento para os alunos.
Os especialistas também concordam que a presença física e a interação humana continuarão a ser indispensáveis para a educação no futuro.
Em se tratando de certificações e avaliações, as opiniões são divididas: 39% dos entrevistados acreditam que os diplomas continuarão a ser o método mais importante de avaliação, enquanto 37% acham que as certificações profissionais que avaliam qualificações, como gerenciamento, colaboração ou criatividade, terão um papel mais importante.
A 2030 School Survey, realizada entre 3 e 30 de junho de 2014, entrevistou 645 especialistas representantes da comunidade global do WISE, que engloba mais de 15.000 indivíduos. Os resultados da pesquisa foram divulgados antes do 2014 WISE Summit, que acontecerá em Doha, no Catar, de 4 a 6 de novembro de 2014. O evento reunirá 1.500 membros da comunidade do WISE que discutirão questões em torno do tema “Imagine – Create – Learn: Creativity at the Heart of Education” (“Imaginar – Criar – Aprender: a Criatividade no Centro da Educação”).
Para mais informações sobre o WISE, visite www.wise-qatar.org.
Sobre o WISE
Criado em 2009 pela Qatar Foundation sob a liderança de sua presidente, Sua Alteza Sheikha Moza bint Nasser, o World Innovation Summit for Education (WISE) é uma plataforma internacional e multissetorial para pensamento criativo, debate e ações dotadas de objetivos para a construção do futuro da educação por meio da inovação. O WISE é hoje uma iniciativa em andamento e referência global em novas abordagens para a educação. Por meio de seu encontro anual e de uma gama de programas contínuos, o WISE está promovendo a colaboração e construindo o futuro da educação. O WISE 2014 acontecerá entre 4 e 6 de novembro em Doha, no Catar.
Fonte: Assessoria de Imprensa do WISE
A ValenteRocha Risk Solutions acredita que uma consultoria bem estruturada e aplicada pode auxiliar sua empresa na prevenção e contenção de eventos inesperados e financeiramente prejudiciais. Conte com nossa experiência para estruturar os riscos de seus projetos empresariais e tenha mais controle sobre eventualidades, aumentando as probabilidade de sucesso de seus empreendimentos. Contate a ValenteRocha ainda hoje!

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Saúde começa pela boca

É consensual o fato de a saúde integral englobar a bucal. Aos poucos, por meio da conscientização de que muitos problemas de saúde têm a boca como porta de entrada, além da importância no bem-estar, autoestima e qualidade de vida, as operadoras de planos odontológicos ocupam o seu espaço.

A prova disso é que as empresas operantes no segmento desenvolvem um trabalho além da venda. Cientes da importância de bons hábitos de higiene oral, alimentação saudável e visitas periódicas ao dentista, educação, orientação e treinamento fazem parte do pacote. Afinal, problemas como uma endocardite bacteriana podem estar ligados à má higienização dos dentes.

A MetLife, por exemplo, desenvolve estratégias de promoção da saúde de acordo com o perfil do cliente. “As ações educativas podem compreender desde iniciativas mais simples, como a distribuição de materiais informativos, passando por plantões e palestras de orientação com dentistas, podendo resultar na constituição de programas de promoção em saúde bucal personalizados para clientes específicos”, descreve a diretora de Planos Odontológicos da MetLife, Cássia Gil.

De acordo com ela, o Brasil é o país com maior quantidade de dentistas no mundo, totalizando mais de 259 mil profissionais. “Porém, o tratamento odontológico ainda é inacessível em termos de custo para boa parcela da população, enquanto a assistência pública ainda é insuficiente”, diz.

O presidente da Uniodonto de São Paulo, Dr. Maud Fragoas, complementa com a informação de que as operadoras vieram preencher uma lacuna deixada pelo alto custo da odontolologia. Em sua visão, hoje, as operadoras de planos odontológicos proporcionam o acesso à população e às empresas a um custo mais acessível.
“Todos sabemos que um sorriso perfeito é um verdadeiro cartão de visitas. Além disso, o bem estar interfere diretamente na produtividade e desempenho de cada indivíduo”, enfatiza Fragoas.

Em se tratando de odontologia, a boa educação e conscientização são essenciais. “Para isso, a Uniodonto disponibiliza uma unidade móvel com um consultório com demonstrações práticas de uma boa higiene bucal e ‘escovódromos’ para ensinar como escovar adequada e regularmente os    dentes”.

Na SulAmérica Seguros, um trabalho é desenvolvido aos RHs dos clientes para planejar as melhores ações em termos de serviços e informações customizadas. Entre as ações estão a distribuição de folhetos personalizados com orientação sobre prevenção odontológica, palestras com cirurgiões-dentistas e a disponibilização de textos de orientação e prevenção. Há também o Saúde Bucal Ativa.

“Esse programa de prevenção e promoção à saúde bucal visa analisar o perfil de risco dos beneficiários em relação à sua condição de saúde bucal e orientá-lo sobre o tratamento odontológico necessário, informando, inclusive, as especialidades odontológicas que o beneficiário deve consultar na rede credenciada”, menciona a superintendente executiva de Odonto da SulAmérica, Andrea Figueiredo.

Por isso a seguradora auxilia o gestor do benefício na implantação do plano odontológico, desde a orientação sobre as questões administrativas, inclusões, movimentações. “Assim como do benefício propriamente dito, coberturas contratadas, customização da rede credenciada conforme a distribuição das vidas do cliente, realização de palestras de orientação aos colaboradores e acompanhamento e gestão do benefício odontológico através de consultores de relacionamento”, acrescenta a superintendente da SulAmérica.

Um grande benefício
Dentro das empresas os benefícios são ferramentas para aumentar os índices de retenção, atração e satisfação dos funcionários. Atualmente, o odonto é o terceiro benefício mais oferecido pelas empresas brasileiras.

Andrea destaca que pesquisas têm apontado o crescimento da valorização do plano odontológico e está entre os benefícios mais solicitados pelos colaboradores.

É unânime o fato de o benefício ser um fator de retenção de talentos, mas pouco se fala sobre impacto no presenteísmo. “Dados da OMS indicam que 25% das dispensas de saúde realizadas nas empresas são por razões odontológicas; outros estudos apontaram que o estresse físico e psicológicos provocados pela dor orofacial pode se traduzir em diminuição da concentração no trabalho, com perda de produtividade e até impossibilitar o exercício profissional”, exemplifica Andrea.

A MetLife investe em tecnologia para desburocratizar a autorização, a comunicação e o pagamento para a rede credenciada, proporcionando mais tempo nos atendimentos para uma interação profissional-paciente de maior qualidade.

Com planos customizados para cada necessidade e porte das empresas, há opções diferenciadas para as pequenas e médias empresas que precisam de produtos com gestão simplificada. “Possui ainda uma ampla rede credenciada com mais de 20 mil opções de atendimento que dispõem de um sistema automatizado, que permite a rápida aprovação de procedimentos e o recebimento de honorários em menor tempo”, diz Cássia.

Segundo ela, este conjunto de ações determina uma significativa satisfação dos dentistas credenciados à MetLife, que se reflete em uma melhor experiência na interação dentista-paciente e um consequente impacto na satisfação dos beneficiários. “Esses diferenciais fizeram com que a MetLife, em 2013, ampliasse em 21,6% o número de beneficiários no Brasil em comparação ao ano anterior”.

O atendimento de acordo com a necessidade e tamanho do cliente é citado por Andrea como o grande diferencial da SulAmérica. Ela ainda menciona o desconto na rede credenciada para os procedimentos não cobertos no plano contratado, facilidade na utilização, pois possibilita o atendimento na primeira consulta sem burocracias, e outros benefícios como descontos em medicamentos, vacinas e academias.

“A SulAmérica Odonto também disponibiliza a contratação in company, que são os consultórios odontológicos com dentistas e auxiliares próprios alocados dentro da empresa cliente, facilitando o acesso dos colaboradores e contribuindo com a produtividade da empresa”, acrescenta a executiva.
 
Fonte: Revista Cobertura do Mercado de Seguros

A ValenteRocha acredita que oferecer planos odontológicos para seus funcionários e colaboradores auxilia-os na manutenção de suas necessidades básicas e os tranquiliza ao diminuir suas preocupações na contratação de planos para cuidar de sua saúde bucal. Além disto, atualmente os planos odontológicos têm um papel importante na retenção de talentos a um custo baixo. Conheça as opções de seguros odontológicos que a ValenteRocha pode oferecer. Contate-nos ainda hoje!

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Cinco passos para aplicar na previdência privada

O quarto artigo da série “Como investir”, sobre os primeiros passos para quem deseja começar a aplicar seu dinheiro, é dedicado aos planos de previdência privada.

Diariamente, nas próximas três semanas, o leitor interessado a começar a guardar algum dinheiro para planejar o seu futuro terá informações sobre diferentes tipos de investimentos.
Os artigos foram preparados pelo consultor de finanças pessoais, colunista do Estado e da Rádio Estadão e professor de finanças da Fundação Getulio Vargas (FGV), Fábio Gallo.

1º Passo: Saber o que é um plano ou fundo de previdência privada

A previdência privada engloba fundos e planos voltados para aqueles que pretendem investir com foco na aposentadoria. Esse tipo de investimento permite que sua renda não sofra grande queda e que seu padrão de vida seja mantido quando aposentado. São os planos conhecidos como Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL), Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), Fundo de Aposentadoria Programada Individual (Fapi) e dos fundos de pensão, como explicado a seguir.

Os planos de previdência privada são administrados por uma seguradora e, além da aposentadoria, também são uma forma de poupança. Por exemplo: um avô faz um plano para seu neto usar o dinheiro para cursar a faculdade no futuro.

As instituições financeiras que comercializam esses planos são fiscalizadas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) e pelo Banco Central.

O plano de previdência privada é constituído basicamente de duas fases:

1. Acumulação: fase na qual o investidor faz depósitos (chamados aportes) de acordo com o contrato. Esses depósitos podem ser feitos mensalmente, de uma só vez ou em grandes aportes periódicos. O dinheiro é aplicado em um fundo de previdência privada onde o cotista é a seguradora. Essa carteira pode conter títulos de renda fixa ou renda variável.

2. Benefício: fase em que o investidor pode usufruir o que acumulou ao longo do tempo, recebendo a soma do valor aplicado (aportes) mais o rendimento.

Tipos de planos ou fundos:

1. PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre)
O Plano Gerador de Benefício Livre é uma maneira de poupar em longo prazo. Ele permite a interrupção temporária das contribuições e tem portabilidade (possibilidade de migração dos recursos de um plano para outro da mesma ou de outra seguradora). O valor de contribuição pode ser alterado ao longo da aplicação e o investidor obtém o rendimento sem cobrança de impostos ao longo do período de contribuição. Haverá incidência de Imposto de Renda sobre todo o valor do montante resgatado. O saldo é atualizado diariamente e não existe rendimento mínimo, ou seja, o fundo repassa todo o ganho financeiro líquido da taxa de administração.

2. VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre)
O Vida Gerador de Benefício Livre também é uma forma de poupar a longo prazo. O cliente pode resgatar o total acumulado ou transformar o valor em uma renda de aposentadoria. No geral, as características do VGBL são muito parecidas com as do PGBL, a diferença básica entre os dois está na tributação. No VGBL, o Imposto de Renda é cobrado somente sobre o rendimento (ganho de capital) relativo à aplicação.

3. Outros tipos de planos de previdência das famílias PGBL e VGBL
a) VRGP (Vida com Remuneração Garantida) e PRGP (Plano com Remuneração Garantida e Performance)
Os planos VRGP e PRGP garantirão, durante o período de diferimento, remuneração por taxa de juros efetiva anual e atualização monetária por um índice estabelecido em contrato, os quais deverão estar previstos em seu regulamento.
b) VAGP (Vida com Atualização Garantida e Performance) e PAGP (Plano com Atualização Garantida e Performance)
Os planos VAGP e PAGP, garantirão, durante o período de diferimento, atualização monetária por um índice estabelecido em contrato, os quais deverão estar previstos em seu regulamento.
c) VRSA (Vida com Remuneração Garantida e Performance sem Atualização) e PRSA (Plano com Remuneração Garantida e Performance sem Atualização)
Os planos VRSA e PRSA, garantirão, durante o período de diferimento, remuneração somente por taxa de juros efetiva anual, o qual estará previsto em regulamento.

4. Fapi (Fundo de Aposentadoria Programada Individual)
O Fapi é um tipo de Fundo de Investimento Financeiro (FIF) que tem como objetivo a poupança de longo prazo, mas sem garantia de rendimento mínimo. Embora não seja nitidamente um fundo dedicado à previdência privada, permite a formação de poupança dedicada ao período de aposentadoria. Suas características são próximas aos planos de poupança convencionais – têm benefícios fiscais, mas não há incidência da taxa de carregamento.

No Fapi não há carência, assim, o resgate do dinheiro aplicado é permitido a qualquer momento. Ao contrário do que acontece nos planos de previdência, o Fapi cuida apenas do rendimento na fase de acumulação. Ao final do período, o poupador retira todo o capital de uma só vez. Por exemplo: pode usar o dinheiro para comprar a tão sonhada chácara, uma casa ou mesmo comprar à vista um plano de previdência que garanta benefícios mensais como complemento à aposentadoria.

O Fapi não exige que a contribuição seja mensal. É possível fazer depósitos esporádicos. No entanto, lembre-se de que, quanto antes você começar a poupar e quanto mais depositar, maior será a sua tranquilidade durante a aposentadoria.

5. Fundos de pensão
São entidades fechadas de previdência privada e complementar. É tipo de fundo de investimento dedicado à complementação de aposentadoria exclusiva para funcionários de determinada empresa. Os fundos de pensão (ou Entidades Fechadas de Previdência Complementar) são entidades privadas, organizadas sob a forma de fundação ou sociedade civil, sem fins lucrativos, independentemente se a empresa patrocinadora for pública ou privada.

Os fundos de pensão são custeados parte pela empresa empregadora e parte pelos próprios funcionários. Os valores de contribuição dos planos oferecidos variam de acordo com a empresa. Os fundos de pensão têm sido usados como um instrumento de política de recursos humanos, fazendo parte do pacote de benefícios oferecidos pelas empresas. Este tipo de instrumento faz com que os funcionários decidam-se mais facilmente pela aposentadoria quando atingem a idade possível para isto.

2º Passo: Entender as diferenças entre os planos de Previdência e o Fapi

Diferenças entre PGBL e VGBL

Embora os dois tipos tenham incidência de Imposto de Renda somente quando houver resgate ou pagamento de renda, a diferença entre os dois tipos de planos é que no PGBL o valor das contribuições pode ser deduzido da sua base de cálculo do Imposto de Renda, com o limite de 12% da sua renda bruta anual. O benefício fiscal é concedido apenas para aqueles que fazem a declaração completa e também contribuem para a Previdência Oficial.

No VGBL as contribuições não são deduzidas do Imposto de Renda anual. A incidência de imposto, em caso de resgate ou pagamento de renda, ocorrerá apenas sobre o ganho de capital (rendimento das aplicações). Por isso, é um plano recomendado para profissionais autônomos, empresários ou aqueles que não pagam Imposto de Renda ou que já alcançaram os 12% permitidos para dedução em contribuições em PGBL na declaração completa.

Diferenças entre PGBL e Fapi

Os dois tipos de planos são bem parecidos com relação a tributação e operação, mas o PGBL é administrado por uma seguradora, que calcula o benefício de aposentadoria com base em cálculos atuariais. No caso do Fapi, é um banco que administra a aplicação, como outra qualquer. Quando chega o momento da aposentadoria, o investidor deve procurar uma seguradora para comprar um tipo de renda.

3º Passo: Conhecer as formas de recebimento

Os planos PGBL e VGBL oferecem aos clientes diversas maneiras de receber os benefícios na aposentadoria. É muito importante no momento de opção por um plano escolher o que mais se adapta às suas necessidades:

1. Renda mensal vitalícia
Recebimento de renda a partir da idade escolhida e pelo restante da vida. Consiste em uma renda mensal a ser paga vitalícia e exclusivamente ao participante. A renda cessa com seu falecimento, sem que seja devida qualquer devolução.

2. Renda mensal temporária
Recebimento da aposentadoria até uma idade determinada ou até o falecimento do beneficiário. Renda mensal a ser paga temporária e exclusivamente ao participante. A renda cessa com seu falecimento ou término da temporariedade estabelecida na proposta de inscrição – o que ocorrer primeiro, sem que seja devida qualquer devolução.

3. Renda mensal vitalícia com prazo mínimo garantido
Recebimento da aposentadoria de forma vitalícia e em caso de falecimento, os beneficiários receberão o benefício durante um prazo determinado. Consiste em uma renda mensal a ser paga de maneira vitalícia ao participante, durante um prazo mínimo garantido. Se, durante o período de pagamento da renda mensal, ocorrer o falecimento do participante, a renda será paga ao beneficiário (ou beneficiários), na proporção de rateio estabelecida pelo período restante do prazo mínimo garantido. No caso de falecimento do participante, após o prazo mínimo garantido, a renda ficará automaticamente cancelada sem que seja devida qualquer devolução, indenização ou compensação de qualquer espécie ou natureza ao beneficiário (ou beneficiários).

4. Renda mensal vitalícia reversível a beneficiário indicado
No caso do falecimento do beneficiário principal, o beneficiário indicado também receberá a aposentadoria pelo restante da vida. Consiste em uma renda mensal a ser paga de maneira vitalícia ao participante e, no caso de seu falecimento, ao beneficiário indicado, no porcentual estabelecido, até a sua morte.

5. Renda mensal vitalícia reversível ao cônjuge com continuidade aos menores
Consiste em uma renda mensal a ser paga de forma vitalícia ao participante, reversível ao cônjuge ou companheiro após o seu falecimento e, na falta deste, reversível temporariamente ao menor (ou menores) até que completem a idade de maioridade definida no plano, conforme o porcentual de reversão estabelecido.

6. Renda mensal por prazo certo
Consiste em uma renda mensal a ser paga por um prazo preestabelecido ao participante. Se, durante o período de pagamento da renda, ocorrer o falecimento do participante antes de ser completado o prazo indicado, a renda será paga ao beneficiário (ou beneficiários), na proporção de rateio estabelecida, pelo período restante do prazo determinado.

4º Passo: Entender o risco e retorno dos planos de previdência

1. Rentabilidade

A remuneração dos planos PGBL e VGBL é dada com base no desempenho da carteira do fundo, resultado da composição entre renda fixa ou composto, podendo ser de até 49% de renda variável.

2. Risco

A responsabilidade pelo plano é da seguradora que o administra. Por isso, busque informações sobre ela.

3. Precauções

O investimento nesses planos exige atenção para alguns aspectos:
a) Retorno: acompanhe constantemente a evolução de cotas e a rentabilidade trazida pelo seu plano.
b) Aplicação: peça muitos esclarecimentos e faça muitos cálculos até ter certeza de que a renda mensal a ser obtida na sua aposentadoria valerá à pena.
c) Rendimento mínimo: não é assegurado rendimento mínimo, nem mesmo com relação à inflação.
d) Morte: em caso de morte do participante durante o período de acumulação, o montante acumulado será distribuído aos beneficiários de acordo com o porcentual de rateio definido no momento da contratação do plano. Caso não exista a indicação de beneficiários, o montante acumulado será pago aos herdeiros legais, conforme legislação vigente.

4. Sucessão familiar

No PGBL e no VGBL, em caso de morte do participante durante o período de acumulação, a reserva acumulada vai diretamente para os beneficiários, sem entrar no inventário. Assim como a renda no período de concessão do benefício, de acordo com o tipo de renda escolhido pelo cliente. No Fapi, o valor acumulado entra no inventário.
Podem ser apontadas algumas vantagens neste caso:

a) Flexibilidade para escolher os beneficiários
Na contratação do plano a indicação dos beneficiários pode ser feita livremente.
b) Liquidez facilitada
O recebimento do benefício é feito em torno de 15 dias após entregue toda a documentação de resgate.
c) Isenção de tributos e redução de custos
Há isenção do Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doações (ITCMD). Para o recebimento de benefícios nestes planos não há envolvimento de custos advocatícios ou outras despesas judiciais como certidões e gastos com cartórios.
d) Privacidade absoluta
Os valores acumulados não entram em inventário, proporcionando uma sensível diminuição da espera e todo o desgaste com a burocracia e até mesmo evitando algumas brigas familiares.

5º Passo: Compreender os custos e tributos

1. Taxas
Nos planos PGBL e VGBL há dois tipos de taxas, a taxa de administração e a taxa de Carregamento.

a) Taxa de administração
É a taxa cobrada pela administradora do plano pelos serviços de gestão dos recursos. Esta taxa varia de acordo com a seguradora e com a modalidade escolhida. Os planos de previdência têm taxas de administração altas, se comparados a outros tipos de fundos. Essas taxas variam dentro do mercado. É muito importante o investidor pesquisar as taxas cobradas pelos planos de previdência antes de investir.

b) Taxa de carregamento
É uma taxa que incide sobre cada depósito que é feito no plano. Ela serve para cobrir despesas de corretagem e administração. Na maioria dos casos, a cobrança dessa taxa não ultrapassa 5% sobre o valor de cada contribuição. No mercado há três formas de taxa de carregamento, dependendo do plano contratado. São elas:

- Taxa de carregamento sobre prêmios: é a taxa cobrada de todos o valores aplicados mensal ou esporadicamente.

- Taxa de carregamento sobre resgates e transferências: é a taxa cobrada sobre os valores resgatados ou transferidos para outra seguradora.

Exemplo de cobrança de taxas nos planos de previdência:
Taxa de carregamento de 5% quer dizer que em cada R$ 100 depositados, somente R$ 97 serão aplicados para rendimento.
A taxa de administração é cobrada anualmente sobre o valor total aplicado. Caso você tenha R$ 100.000 e taxa de administração de 2,5%, após a cobrança o seu saldo passa a R$ 97.500.

2. Tributação
Os planos de podem são tributados com base em duas tabelas. No momento de contratação do plano de previdência o investidor deve optar entre as duas tabelas possíveis.

a) Tabela progressiva
O cálculo do tributo segue a mesma regra do Imposto de Renda anual, com cinco faixas de renda e alíquotas crescentes conforme maior renda tributável.

b) Tabela regressiva
Apresenta seis faixas de alíquotas decrescentes conforme o prazo de acumulação de cada contribuição.

Fonte: Fábio Gallo- Infonet.com.br

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